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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

With a pocket full of shells


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A polícia interrompeu um show do Rage Against The Machine...
Olha só a atitude dos caras.
A capella
Pelas informações que consegui, foi um show que a polícia foi no PA e desligou todo som, aí...

Sound of the funky drummer


A luta pelo poder.
A eterna luta.
Alguns vendem a alma, outros falam que vendem para se divertir.
Public Enemy é um modo de ver a vida política dos que vivem dela.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Another way to die

Essa semana um dos quatro leitores do Groove Livre me disse que estava em uma fase Winehousiana...
Morenovsky, aqui está a resposta por que??

I told ya, I was trouble / You know that I'm no good

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Fidel Castro

Hoje (13 de agosto) é aniversário de Fidel Castro.
O velho ditador está na história, pode a direita e a esquerda brigar, questionar, mas ele está na história e ponto final.

Rock da Olimpíada


Hoje foi um daqueles dias, como um rock pesado - quem disse que eu não falava de rock?? - em resumo o dia foi o de sempre joguinho aqui, China ali, pula para um lado nada para outro, uma puta pressão para a foto, cheio de saudades da minha Nega. Tenho que ficar aqui até as duas da matina e só consigo falar de algo fora desses assuntos que dominam todas as redações com poucos.
Hoje o parceiro nessa loucura foi o mermão palmerista (nem tudo é perfeito) Luis Shaft Rosa. Conversando no meio de uma prova da ginástica feminina descobrimos que todo mundo entende de tudo, todo mundo tem opinião pra tudo.
Uma das coisas que mais gosto na vida é descobrir algo que não conheço, pois isso é uma pratica maravilhosa para desenvolver algo que temos na cabeça, que cientistas chamam de cérebro. A dica para a trilha desse dia fica com Rage Against The Machine, nada melhor do que a frase "Fuck you, I won't do what you tell me!"

Grooverizando no caos de sempre

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Para uma hora dessa...

O que dizer de uma banda com esses caras??

Miles Davis, Kool DJ Herc, Grandmaster Melle Mel, Ruben Blades, Bob Dylan, Herbie Hancock, Ringo Starr e seu filho Zak Starkey, Lou Reed, Run DMC, Peter Gabriel, David Ruffin, Eddie Kendricks, Darlene Love, Bobby Womack, Afrika Bambaataa, Kurtis Blow, Jackson Browne, Darryl Hannah, U2, George Clinton, Keith Richards, Ronnie Wood, Bonnie Raitt, Hall & Oates, Jimmy Cliff, Big Youth, Michael Monroe, Peter Garrett, Ron Carter, Ray Barretto, Gil-Scott Heron, Nona Hendryx, Pat Benatar e Joey Ramone.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

You Can't Always Get What You Want



Acho até que falo pouco de rock. Essa semana fiz uma coluna sobre o Metallica e vi que tenho um lado rock'n roll forte, mas que está velho assim como o rock. Meu gosto envelheceu assim como o rock que gosto. Olha que essas que gosto estavam sendo lançadas antes mesmo desse blogueiro nascer. Sempre na briga entre Beatles e Stones eu ficava com o bom e velho Rolling Stone, mas as vezes tinha que esconder isso e falar que gostava dos Beatles porque era o que todos achavam correto e era o mais cabeça. Sou simples como alguém que veio das ruas como um "Midnight Rambler", mas decidi postar "You Can't Always Get What You Want", sim por causa daquele filme "O Reencontro - The Big Chill" também, mas foi aqui montando um set list para ouvir no trabalho. Semana corrida e com o novo horário, as pessoas podem até achar que isso é um conformismo, mas não, as vezes "você não pode ter sempre o que quer/mas se você tentar algumas vezes você pode encontrar/Você encontra o que precisa". Sim, para alguns a música é vida para outros como eu é um outro modo de ver a vida.

Grooverizando se achando

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Chama o síndico



Ano de eleição. Acabo de escolher meu candidato.
Falta Tim Maia na música, falta uma personalidade como a dele na atual música brasileira.
Para senador, prefeito, stoner do ano ou simplesmente para síndico.

Grooverizando no rua, na chuva, na fazenda ou na Consolação mesmo

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Na luta

Buscando as legendas do documentário de Tommy Chong (AKA Tommy Chong), me deparei com um blog muito bom, o Filipeda da Massa. Fala sobre um bom tema mas que ainda continua delicado graças a ignorancia das pessoas. Pelo pouco que li é um local onde o assunto é tratado de forma decente. Afinal, somos poucos 2,6%, então qualquer ajuda é muito bem vinda.

Grooverizando ainda sem as legendas do Sr. Chong

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Poesia nas mãos de quem sabe fazer

Essa semana aconteceu uma overdose de Bob Dylan, nem a Nega aguenta mais ouvir falar de Robert Allen Zimmerman, também conhecido como Bob, para intimos como o Groove Livre e Martin Scorsese, que foi o responsavel por quer falar novamente de Dylan. Tudo graças ao filme "No Direction Home: Bob Dylan", que só assisti agora depois de um puta tempo em casa (foi mal Busian).
Mas a história é a seguinte, todo mundo quer ser Bob Dylan, mas o que ele prega é que cada um torne-se alguém, a busca da fama é algo que incomoda Dylan, e o que observamos todo dia a toda hora, é uma busca pelos seus minutos de fama. Claro que até eu que sou mais tonto queria ser Dylan (apesar de preferir ser mesmo Miles Davis), mas dane-se um poeta dos novos tempos. Como disse Allen Ginsberg, a mensagem foi foi absorvida por alguém que vai dar continuidade no pensamento. Sim, ser um poeta marginal não quer dizer que você tenha que frequentar o bar mais sujo da cidade, mas sim entender porque aquele é o lugar mais sujo da cidade.
Acreditar que qualquer um é um poeta ou um escritor, ou pior ainda se auto definir como um, é uma arrogância que me dá pena, mas não existe diversão maior que a vaidade das pessoas (o pecado favorito do coisa ruim, na pele de Al Pacino). Para completar essa papagaiada de "comportamento" cheio de psicologia barata, segue uma música do poeta Bob Dylan (em uma tradução OK pescada na rede mundial). Para quem vive falando do vento...

Blowing in the wind
Soprando no vento

Quantas estradas precisará um homem andar
Antes que possam chamá-lo de um homem?
Sim e quantos mares precisará uma pomba branca sobrevoar
Antes que ela possa dormir na praia?
Sim e quantas vezes precisará balas de canhão voar
Até serem para sempre abandonadas?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Quantas vezes precisará um homem olhar para cima
Até poder ver o céu?
Sim e quantos ouvidos precisará um homem ter
Até que ele possa ouvir o povo chorar?
Sim e quantas mortes custará até que ele saiba
Que gente demais já morreu?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Quantos anos pode existir uma montanha
Antes que ela seja lavada pelo mar?
Sim e quantos anos podem algumas pessoas existir
Até que sejam permitidas a serem livres?
Sim e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça
E fingir que ele simplesmente não ver?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Grooverizando no ar

sábado, 22 de março de 2008

Um texto aí

Engraçado como a música pode mostrar muito como foi sua noite passada, e seu humor depende muito do seu sentimento amoroso da noite passada. 4H20 no escritório, Sabotage sob para o oitavo dan e desce a second life. A figura que trabalha na maquina do lado e só fala sobre porcos e urubus, passou o dia reclamando e monstrando o poder para algum de seus porcos, seus gambás, alces e peixes como foi sua noite. Não deve ter conseguido encontrar nada no mar a frente da sua trilha. Resultado, não comi ninguém e vou ferrar com todos. A trilha, Strokeninas, Black Strias e uns romanticos de corno no radio, aumenta e só ouve o que quer, coça a cabeça e reclama com o proximo. No dias anterior estava radiante como uma gazela canatndo e sendo carinhoso com os outros. A letra do Sabotage estava correta...

"Do Samba ao Rap, ao Reggae
representa o Brooklyn
a fúria aqui só ressucita
ao ver alguém ter chabi
tipo Ariri no miudinho
Oxazie faço assim
Mauricio vem no Cavaquinho
quem duvidou chega aí
demorou
curte aí
de Pirituba ao Mangui
da Ponte ao Moraes
Jardim Peri Itapevi
Jardim Repu Jacqueli
Baiana
diz assim
soube entrar e sair
respeitei soube agir
não tirei zé povim
quis por fim
ao estopim
perguntei
fiz a mim
que é de lei
por aqui
mas só quem é foi ouvir
olha lá
o que fiz
promessa fiz pra Vivi"

Grooverizando daquele modo pra minha Black Magic Woman

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

O ano começa depois do Carnaval

Um 2008 que começa em um ritmo frenetico, não consegui nem colocar um bom ano pra as pessoas que eu gosto e amo tanto, são poucas, mas são boas.
Para terminar o carnaval, assisti um dos melhores filmes do ano passado "Talk To Me", graças a um amigo, que gravou alguns filmes em um DVD, valeu Luis Andre Rosa, grande jornalista e principalmente uma pessoa do bem.
Segue a resenha do filme que fala sobre Petey Greene:
"A história real de Ralph "Petey" Greene, ex-presidiário negro que se tornou um famoso apresentador de rádio na capital americana, Washington. Greene virou uma celebridade ao embalar os ouvintes com canções de soul music, mas principalmente por falar exatamente aquilo que a comunidade queria ouvir sobre direitos civis e conscientização negra. Eram os anos de 1960, e Greene passou a ser visto como personalidade e um dos mais importantes ativistas sociais", pelo site e-pipoca.

Grooverizando de volta, que venho 2008 (ele já chegou)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

É natal...ok!!



Tem quem ame o Natal, outros (tô nesse time) não estão nem aí para a festa do bom velinho. Sempre que chega essa data vem a mente a música do Garotos Podres: "Papai Noel Velho Batuta". Para não ficar sempre no punk, a imagem é de um disco de Jacob Miller, que sugere um excelente Natal.

Grooverizando deseja uma boa noite, ganja...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

O sétimo capítulo da Nação Zumbi



Dois discos podem salvar da pobreza musical este ano terminado em sete (e que até agora não fazia jus ao número cabalístico que carrega). O primeiro, já comentado neste mesmo espaço (ainda que por cima), é “In Rainbows”, coincidentemente o sétimo álbum do Radiohead (lançado em primeira mão na internet). E o mais curioso é que o outro disco, vejam só, também entra na brincadeira. Trata-se de “Fome de Tudo”, trabalho de número sete dos pernambucanos da Nação Zumbi.
Para quem tem boa memória, no álbum anterior, "Futura" (ainda pela gravadora Trama), o grupo de Recife já tentava estabelecer uma nova forma de comunicação com seus ouvintes, abolindo as letras do encarte para deixa-las somente em seu site oficial. Não chegou a funcionar tanto. Então agora, eles resolvem colocar no ar o site de divulgação (www.fomedetudo.com), ainda sem muitas informações, mas com trechos das músicas para ouvir.
Oficialmente, Fome de Tudo chega às lojas amanhã, dia 25, pela nova gravadora da banda, a Deckdisc. Graças aos bons hackers, porém, as músicas já estão inteirinhas na rede. A produção é do norte-americano Mario Caldato Jr, responsável por boa parte dos discos dos Beastie Boys e de brasileiros como Marcelo D2, Bebel Gilberto e a própria Nação (para quem chegou a fazer algumas mixagens e remixes). São doze faixas inéditas, todas compostas pela banda. "A fome percorre o disco em várias músicas", diz o vocalista Jorge Du Peixe, em entrevista ao site Pop Up! (www.popup.mus.br). Ele conta também que esse trabalho é um dos primeiros sem um conceito fixo. "Eu gosto de brincar com as letras, com o som da banda, mas ter de explicar é sempre um saco. Um pintor nunca explica porque escolheu um tom de azul", compara o cantor.
Os destaques ficam por conta de “Carnaval”, com arranjo do maestro Ademir Araújo (da Orquestra Popular do Recife) e Junio Barreto nos vocais; “Toda surdez será castigada”; “Onde tenho que ir”; “Olimpo”; “Originais do sonho” e “Inferno”. Com participação especial da cantora Céu, esta última tem grande chances de empurrar o lançamento. No entanto, não deixe de prestar atenção em Assustado, que traz a ilustre presença de Money Mark (ninguém menos que o tecladista dos Beastie Boys).
Gravado em nove dias, Fome de Tudo estabelece um novo recorde para a Nação Zumbi. "A bateria foi toda gravada em um dia", conta o vocalista Jorge du Peixe. Mas para quem sabe que Pupilo é quem está no comando do instrumento, um dia é tempo mais que suficiente.
Bem, a sorte está lançada novamente para a banda. Concorde ou não com suas posturas, certo mesmo é que esse disco é a melhor prova de que a Nação é a melhor banda de rock (ou qualquer outro rótulo que você queira dar) do país. A salvação do ano de final sete brazuca. Viva Zumbi!

PS: De Recife vem o novo disco de Siba e a Fuloresta, para essa lista de 2007, mas isso é outra história

Grooverizando com fome de bons sons

terça-feira, 30 de outubro de 2007

More Or Less

Para aqueles que acham que tudo é "moroless", aqui uma letra do novo disco de Talib Kweli. Nunca ouviu falar? Sem problema, ele é pouco conhecido fora da cena rap underground. Mas já que você leu o nome, procure por aí, você não vai se arrepender.

More Or Less
Talib Kweli

(feat. Dion)

Yo Tone What We Need?

[Chorus:]
More Gum, Less Hate, More Real, Less Fake, More Come, Less Wishing
Less Stuntin More Famous Talking More Changes Rushing [?]

[Talib:]
More Franchising Less Sanitizing
More Uprising Less Downsizing
More Enterprising Less Sympathizing
More Buildings Less Destroying
More Jobs Less Unemployment
Lets Get The Devil Less Enjoinment
More Originality Less Biting Pocket Off Big
More Community Activism Less Pigs
More Blacksmithing, Def Jux Less Geffen
And The Rest Cause The Rest Suck The Got The Shit All Messed Up
More Marijuana Less Coke
More Countibility For Politicians Before We Shoutin Lets Vote
More Schools Less Prisons
More Freestyles Less Written
More Serious Shit And Less Kidding
More History Less Mystery
More Beyonce Less Brittany
More Happiness Less Misery
More Victory Less Losses
More Workers, We All Bosses
Of Course Its Reflection....
What We Need?

[Chorus]

[Talib:]
God Bless The Hood Where My Money Always Good
I Can Get You Take It Now Thinkin Couldn't When I Could Son
I Live Above The Rim And Pay The Full Like My Nigga Would
Crack Is Old Niggas Wish, We All Wish A Nigga Would
Crack A Joke Like He Wanna Battle For The Mic
This Is Brooklynn, The Planet
Y'all Niggas Is Just Satelites
Revolve Around My Every Word
I Address The Crowd Like Lincoln At Gettysberg
Surrounded By The Heavy Herb
The Crowd Is More Or Less
War To War Here For The Pure
Hip-Hop How Im Rockin Got Them Dropin They Jaw
Fire Marshall Blocking The Door
Theres A Crack Like They Chopping The Raw
This The Shit The Cops Stoping Us For
This The Reign Of The Tek And Them Motherf**King B Nuts
Slice Like The Nip-Tuck
Specialize In Deep Cuts
Its The Music That You Ridin To
Provided To You By Kweli And Hi-Tek The Livest Two...
Yeah, What We Need?

[Chorus]

[Talib:]
The More I Put Into It , The Less It Sounds Like The Nonsense
The More Natural The Less Conscience,
At The Same Time The More Bomb Shit
The Less The Devill Got A Grip
I Get It Loose We Gotta Slip Away, The Ghetto Gotta Get
More For A Dollar
More Frescas For Purchase
Less Liqour Stores
Less Churches That Be Lookin Like Corner Stores
More Rap Songs That Stress Purpose With
Less Masaging And Less Curses
Lets Put More Depth In Our Verses, Till They Left On The Surface
While We Stomp Through The Underground
The Cop Don't Come Around
You Sort Of Hoping For That Reflection
You Sort Of Open Imma Heed Call Him Chosen
I Don't Play With Your Emotions,
Stop Acting So God Damn Emotional
I Give You These Bars For Free Like They Promotional,
This Ain't No Marketing Strategy
It Had To Be From The Heart In Order To Be Reality
Reflection...
What We Need?

Grooverizando na batida perfeita

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Uma opção



Cada dia ando mais pela cidade e essa ideia de limpar as ruas é realmente uma forma de desarmamento. A imagem vem do belo blog rodafixa, do artista Gabriel Nogueira. Dica DuBem!