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domingo, 11 de janeiro de 2009

Mallu = Racionais?!?!?!?


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“Me chama de filho da puta, mas não me xinga de intelectual”, era mais ou menos assim a frase que o Henfil falava.
Isso porque ele não viu essa declaração do Marcelo Camelo que compara Mal(a)lu Magalhães a Racionais.
Saiu no Matias, que ainda postou um "Altas Horas" com a Mal(a)u, bem aqui.
Como diria minha Nega, “vergonha alheia”
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

"Que seria de nós se não sonhássemos?"

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Já disse que não entendo de economia tanto quanto gostaria.
Mas esse post do Saramago em seu blog, faz com que eu o admire cada dia mais.
A pergunta é do Almeida Garret, mas poderia muito bem do Saramago, basta ler seus livros.
Ler isso no dia da união do Unibanco com o Itaú, é perfeito
Dica da Nega
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Gosto muito de você leãozinho

Desde que li o texto do Sr Vilauba Herrera, fiquei curioso para ver o blog do Velô.
Por que o Sr Fina Estampa não se contenta em saber que é só um artista genial e não um gênio?

terça-feira, 2 de setembro de 2008

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Chama o síndico



Ano de eleição. Acabo de escolher meu candidato.
Falta Tim Maia na música, falta uma personalidade como a dele na atual música brasileira.
Para senador, prefeito, stoner do ano ou simplesmente para síndico.

Grooverizando no rua, na chuva, na fazenda ou na Consolação mesmo

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Na luta

Buscando as legendas do documentário de Tommy Chong (AKA Tommy Chong), me deparei com um blog muito bom, o Filipeda da Massa. Fala sobre um bom tema mas que ainda continua delicado graças a ignorancia das pessoas. Pelo pouco que li é um local onde o assunto é tratado de forma decente. Afinal, somos poucos 2,6%, então qualquer ajuda é muito bem vinda.

Grooverizando ainda sem as legendas do Sr. Chong

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Poesia nas mãos de quem sabe fazer

Essa semana aconteceu uma overdose de Bob Dylan, nem a Nega aguenta mais ouvir falar de Robert Allen Zimmerman, também conhecido como Bob, para intimos como o Groove Livre e Martin Scorsese, que foi o responsavel por quer falar novamente de Dylan. Tudo graças ao filme "No Direction Home: Bob Dylan", que só assisti agora depois de um puta tempo em casa (foi mal Busian).
Mas a história é a seguinte, todo mundo quer ser Bob Dylan, mas o que ele prega é que cada um torne-se alguém, a busca da fama é algo que incomoda Dylan, e o que observamos todo dia a toda hora, é uma busca pelos seus minutos de fama. Claro que até eu que sou mais tonto queria ser Dylan (apesar de preferir ser mesmo Miles Davis), mas dane-se um poeta dos novos tempos. Como disse Allen Ginsberg, a mensagem foi foi absorvida por alguém que vai dar continuidade no pensamento. Sim, ser um poeta marginal não quer dizer que você tenha que frequentar o bar mais sujo da cidade, mas sim entender porque aquele é o lugar mais sujo da cidade.
Acreditar que qualquer um é um poeta ou um escritor, ou pior ainda se auto definir como um, é uma arrogância que me dá pena, mas não existe diversão maior que a vaidade das pessoas (o pecado favorito do coisa ruim, na pele de Al Pacino). Para completar essa papagaiada de "comportamento" cheio de psicologia barata, segue uma música do poeta Bob Dylan (em uma tradução OK pescada na rede mundial). Para quem vive falando do vento...

Blowing in the wind
Soprando no vento

Quantas estradas precisará um homem andar
Antes que possam chamá-lo de um homem?
Sim e quantos mares precisará uma pomba branca sobrevoar
Antes que ela possa dormir na praia?
Sim e quantas vezes precisará balas de canhão voar
Até serem para sempre abandonadas?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Quantas vezes precisará um homem olhar para cima
Até poder ver o céu?
Sim e quantos ouvidos precisará um homem ter
Até que ele possa ouvir o povo chorar?
Sim e quantas mortes custará até que ele saiba
Que gente demais já morreu?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Quantos anos pode existir uma montanha
Antes que ela seja lavada pelo mar?
Sim e quantos anos podem algumas pessoas existir
Até que sejam permitidas a serem livres?
Sim e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça
E fingir que ele simplesmente não ver?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Grooverizando no ar

quarta-feira, 19 de março de 2008

A música que vem do sertão pernambucano

Fazer um disco que seja compreendido e apreciado no meio do sertão de Pernambuco e também nos centros urbanos mais importantes do Brasil. Esse foi um dos pensamentos que passou na cabeça do cantor e compositor Siba, quando estava preparando seu mais novo trabalho “Toda Vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar” (Ambulante Discos) junto com o grupo a Fuloresta. “Não sei se consegui fazer isso, mas esse foi um dos pensamentos”, conta o cantor.

Siba ficou conhecido de um publico especifico quando fez parte do grupo Mestre Ambrosio, que veio de Recife em meados dos anos 90. Em 2002 ele voltou para Pernambuco após viver em São Paulo por sete anos. Por lá começou a conviver com músicos locais, e conseqüentemente com toda a origem de estilos musicais que surgiram por todo o interior daquele estado.
Em 2003 ele lança o primeiro disco com o grupo Fuloresta, que é formado por músicos tradicionais de Nazaré da Mata, uma pequena cidade com 30 mil habitantes, distante 65 km de Recife. “Fui em busca daqueles músicos pois eles são verdadeiros mestres no seu território”, diz o compositor. Convivendo com esses músicos; Siba hoje pode se considera um verdadeiro mestre de maractu e cirandeiro, que são estilos musicais característicos daquela região, junto com o forro e o coco.
“A música daquela região é construída em função dos versos”, conta o compositor, que consegue trazer nesse disco toda aquela poesia. Em canções como “Pisando em Praça de guerra” ou em “12 Linhas”com participação de Zé Galdino. “Ele (Galdino) é um dos maiores músicos daquela região, é uma honra poder dividir a música com um artista assim”. Outras participações que dão um tempero especial e fazem a ligação entre o sertão pernambucano e a mata de concreto estão participações da cantora Céu, Mauricio Alves (Mestre Ambrosio), Lucio Maia (Nação Zumbi) e Fernando Catatau (Cidadão Instigado). O caminho e longo entre as cidades, mas a música de Siba e a Fuloresta diminui esse percurso.

Grooverizando no sertão pernambucano com minha Nega

terça-feira, 30 de outubro de 2007

More Or Less

Para aqueles que acham que tudo é "moroless", aqui uma letra do novo disco de Talib Kweli. Nunca ouviu falar? Sem problema, ele é pouco conhecido fora da cena rap underground. Mas já que você leu o nome, procure por aí, você não vai se arrepender.

More Or Less
Talib Kweli

(feat. Dion)

Yo Tone What We Need?

[Chorus:]
More Gum, Less Hate, More Real, Less Fake, More Come, Less Wishing
Less Stuntin More Famous Talking More Changes Rushing [?]

[Talib:]
More Franchising Less Sanitizing
More Uprising Less Downsizing
More Enterprising Less Sympathizing
More Buildings Less Destroying
More Jobs Less Unemployment
Lets Get The Devil Less Enjoinment
More Originality Less Biting Pocket Off Big
More Community Activism Less Pigs
More Blacksmithing, Def Jux Less Geffen
And The Rest Cause The Rest Suck The Got The Shit All Messed Up
More Marijuana Less Coke
More Countibility For Politicians Before We Shoutin Lets Vote
More Schools Less Prisons
More Freestyles Less Written
More Serious Shit And Less Kidding
More History Less Mystery
More Beyonce Less Brittany
More Happiness Less Misery
More Victory Less Losses
More Workers, We All Bosses
Of Course Its Reflection....
What We Need?

[Chorus]

[Talib:]
God Bless The Hood Where My Money Always Good
I Can Get You Take It Now Thinkin Couldn't When I Could Son
I Live Above The Rim And Pay The Full Like My Nigga Would
Crack Is Old Niggas Wish, We All Wish A Nigga Would
Crack A Joke Like He Wanna Battle For The Mic
This Is Brooklynn, The Planet
Y'all Niggas Is Just Satelites
Revolve Around My Every Word
I Address The Crowd Like Lincoln At Gettysberg
Surrounded By The Heavy Herb
The Crowd Is More Or Less
War To War Here For The Pure
Hip-Hop How Im Rockin Got Them Dropin They Jaw
Fire Marshall Blocking The Door
Theres A Crack Like They Chopping The Raw
This The Shit The Cops Stoping Us For
This The Reign Of The Tek And Them Motherf**King B Nuts
Slice Like The Nip-Tuck
Specialize In Deep Cuts
Its The Music That You Ridin To
Provided To You By Kweli And Hi-Tek The Livest Two...
Yeah, What We Need?

[Chorus]

[Talib:]
The More I Put Into It , The Less It Sounds Like The Nonsense
The More Natural The Less Conscience,
At The Same Time The More Bomb Shit
The Less The Devill Got A Grip
I Get It Loose We Gotta Slip Away, The Ghetto Gotta Get
More For A Dollar
More Frescas For Purchase
Less Liqour Stores
Less Churches That Be Lookin Like Corner Stores
More Rap Songs That Stress Purpose With
Less Masaging And Less Curses
Lets Put More Depth In Our Verses, Till They Left On The Surface
While We Stomp Through The Underground
The Cop Don't Come Around
You Sort Of Hoping For That Reflection
You Sort Of Open Imma Heed Call Him Chosen
I Don't Play With Your Emotions,
Stop Acting So God Damn Emotional
I Give You These Bars For Free Like They Promotional,
This Ain't No Marketing Strategy
It Had To Be From The Heart In Order To Be Reality
Reflection...
What We Need?

Grooverizando na batida perfeita

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

O bom cinema de luto

As outras que me perdoem, mas o cinema é a arte suprema. Isso é só para abrir a pequena homenagem a dois gênios que se foram: Igmar Bergman e Michelangelo Antonioni. O primeiro, um verdadeiro psicólogo da telona; já Antonioni conseguia resumir em sua obra todas as artes em uma só: fotografia, literatura, música, teatro e artes plásticas.Antonioni tem dois filmes que merecem ser destacados; e para quem não conhece nada dele são uma excelente iniciação. “Blow-Up, Depois Daquele Beijo”(1966), e “Passageiro – Profissão Repórter”(1975), esse último com Jack Nicholson.
No primeiro, o mestre consegue reunir todas as artes e as coloca no enredo da sua película. Um romance policial, no qual um fotografo faz uma foto em que só ele vê um crime. Fora que a trilha sonora é de Herbie Hancock, e é nessa “banda sonora” que está a faixa “Bring Down the Birds” (que mais tarde seria sampleada pelo Deee-Lite e viria a se transformar no hit “Groove is in the Heart”). No quesito artes plásticas, basta ver as imagens, o cenário e os enquadramentos de “Blow Up” para entender que esse tipo de arte está presente em todos os momentos.

Bergman e Antonioni eram verdadeiros samurais, faixa vermelha, oitavo dan...

Grooverizando na platéia, de luto pelas imagens

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Hoje é dia do "roqui"...vamos ao velório.



Hoje é dia do “roqui”, assim como dia 25 de dezembro é Natal, 12 de novembro é dia das crianças e Nossa Senhora, 2 de fevereiro é dia de Iemanjá, 7 de setembro é Independência, e por aí vai. A pergunta é a seguinte. Por que um dia para comemorar um estilo musical? Provavelmente é uma idéia daqueles velhos que ainda se sentem roqueiros que estão carecas, mas deixam o cabelo comprido para se mostrar descolado, dizendo “Zeppelin era bom, aquilo sim que era música”. Ou então, algo assim como aqueles americanos que ficam de moto Harley se achando o máximo do rebelde, e na verdade, não estão fazendo nada mais do que parte do American Way of Life, e quer atitude mais temida pelos verdadeiros roqueiros do que isso?
Logo mais teremos dias santos para roqueiros tipo: São Elvis, São Hendrix, Nossa Senhora Joplin, Dalai Morrison e por aí vai. Roqueiro(a) hoje é Madonna, que mesmo hoje faz questão de criar polemica com atitudes colocando cruz no palco valoriza o universo homossexual. Roqueiro hoje é Ice T que fica com sua mulher pelado na capa do disco, Fatboy Slim que diz que só consegue tocar totalmente alcoolizado, ou seja, “tomo tudo que é tipo de droga e que se foda”. Não me venham com essa de que DJ não é musico, nesse espaço é sim senhor.
Hoje a nova geração de roqueiro fica mais preocupada com a roupinha combinando, com o corte do cabelo, com o som da moda e com a namorada, não é não romantismo. Ela tem que ser famosa, artista de novela ou cinema para os dois aparecerem na revista Caras fazendo um tipo alcoólatras descolados que estão nas baladas para aprontar, “suuupeeerrrr rebelde”.
O rock (escrito desse jeito) sim é um estilo musical bom e que aprecio, mas o dia do “roqui” é demais. Genial a frase de um verdadeiro roqueiro. “Não sou eu. São as músicas. Eu sou só o carteiro. Eu entrego as músicas”, disse Bob Dylan, que não estava nem aí para o “roqui”, estava interessado em difundir suas idéias e não um único gênero, tanto que fugiu de mega-ultra-super festival “revolucionário” Woodstock. Provavelmente ele ficaria muito mais feliz com o dia do carteiro (25 de janeiro) do que com o dia de hoje. Vamos ao velório do “roqui”.

Grooverizando na área, aumenta que isso aí é rock’n roll

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Uma carta forte, de uma mulher forte...

Clarice Lispector:
Uma carta de 1947, muito boa.
A única pergunta: Por que você ainda não foi na exposição dela no Museu da Língua Portuguesa?




Berna, 2 de janeiro de 1947

Querida, Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro. Nem sei como lhe explicar minha alma. Mas o que eu queria dizer é que a gente é muito preciosa, e que é somente até um certo ponto que a gente pode desistir de si própria e se dar aos outros e às circunstâncias. Depois que uma pessoa perde o respeito a si mesma e o respeito às suas próprias necessidades - depois disso fica-se um pouco um trapo.
Eu queria tanto, tanto estar junto de você e conversar e contar experiências minhas e dos outros. Você veria que há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo. Eu mesma não queria contar a você como estou agora, porque achei inútil. Pretendia apenas lhe contar o meu novo caráter, um mês antes de irmos para o Brasil, para você estar prevenida. Mas espero de tal forma que no navio ou avião que nos leva de volta eu me transforme instantaneamente na antiga que eu era, que talvez nem fosse necessário contar. Querida, quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas. Você já viu como um touro castrado se transforma num boi? Assim fiquei eu... em que pese a dura comparação... Para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhões - cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também minha força. Espero que você nunca me veja assim resignada, porque é quase repugnante. Espero que no navio que me leve de volta, só a idéia de ver você e de retomar um pouco minha vida - que não era maravilhosa mas era uma vida - eu me transforme inteiramente.
Uma amiga, um dia, encheu-se de coragem, como ela disse e me perguntou: "Você era muito diferente, não era?". Ela disse que me achava ardente e vibrante, e que quando me encontrou agora se disse: ou esta calma excessiva é uma atitude ou então ela mudou tanto que parece quase irreconhecível. Uma outra pessoa disse que eu me movo com lassidão de mulher de cinqüenta anos. Tudo isso você não vai ver nem sentir, queira Deus. Não haveria necessidade de lhe dizer, então. Mas não pude deixar de querer lhe mostrar o que pode acontecer com uma pessoa que fez pacto com todos, e que se esqueceu de que o nó vital de uma pessoa deve ser respeitado. Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que você imagina que é ruim em você - pelo amor de Deus, não queira fazer de você mesma uma pessoa perfeita - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse o único meio de viver.
Juro por Deus que se houvesse um céu, uma pessoa que se sacrificou por covardia - será punida e irá para um inferno qualquer. Se é que uma vida morna não será punida por essa mesma mornidão. Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo aquilo que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma. Espero em Deus que você acredite em mim. Gostaria mesmo que você me visse e assistisse minha vida sem eu saber. Isso seria uma lição para mim. Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade de alma.

Tua Clarice




Grooverizando nas letras, se derrubar é falta de pontuação.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Um, dois, três, quatro...



O que inspira? Melhor dizer, quem inspira? Afinal toda música tem uma inspiração, todo livro, filme, movimento, revolução e paixão tem sua razão. Volto ao blog com um ideal, mostrar amigos discutir idéias, relatar sentimentos que até podem ficar velhos, mas conseguem mudar o rumo da história, da vida.
Parceiros que surgiram nos últimos seis meses: Diego, Mastra, Fabrício (Dubem), Moreno, Marina, Netão, Ligia, Letícia, Edu, Alemão, Alessandro, Kraselis, Busian, Robson, João, Giovanna, Cava, Seo Fernando, Cardia, Edsão, Sidnei, Almeida, Glau, Rivaldo, Leite e até um presente: Mariana Menina do Mar.
Fotos que inspiram, fatos que mudam o rumo, idéias que intrigam, enfim...Tudo que faz com que a massa cinzenta funcione como tem que funcionar. Foi dada a largada...