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terça-feira, 18 de novembro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Notorious

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1994 foi um ano muito bom para o rap.
Notorious BIG lançava "Ready To Die".
Reconheço que sempre gostei mais do rap da costa leste, Dr Dre e Snoop estavam na frente, mas foi uma pena não ter reconhecido o valor de Notorious antes dele morrer.
Não reconhecer a qualidade de alguém é algo ruim, mesmo concordando com a frase de Henrix que diz que é preciso morrer para fazer sucesso. Até aí tudo bem, estamos em um mundo capitalista onde sucesso é resultado, e o marketing que se faz quando alguém morre é otimo, as vezes merecido outras oportunismo puro.
Falo de um reconhecimento mesmo de talento.
Big (ZOeste) brigava muito com Tupac (ZLeste), cada um em uma costa dos EUA, a lenda fala que um mandou matar o outro pelo motivo básico: mulher.
BIG não era o bonitinho do rap, era gordo, não queria nem saber, fumava sua erva sagrada e queria aproveitar a vida que passou a ter depois de fumar crack e chegar no fundo do poço. Já Tupac era bad boys, mas bonitão ex cadeieiro, a mulherada adorava.
A música de Bigg Poppa, como também era conhecido, fez sucesso e teve seu reconhecimento, tanto que Puffy Daddy (ou qualquer outro nome) fez carreira na cola de BIG e até hoje está lucrando com isso. Convenhamos que ele pode, mesmo não admirando ele, pois ele teve moral pra produzir tudo de BIG que escolheu ele para ser a parte bonitinha da parceria
No começo de 2009 chega ao cinema a cinebiográfia dele "Notorious", produzido por P.Diddy (ou qualquer outro nome).
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Dica de quem conhece da arte do cinema, Luis "Shaft" Rosa
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

"Africa Unite" - Mostra de Cinema SP (2008)

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O dinheiro tá curto, mas vamos tentar apertar daqui e alí e tentar ir na Mostra de Cinema que começou hoje.
O filme do dia foi "Africa Unite"
O que poderia ser mais um registro no cinema de um show, no caso dos filhos de Bob Marley, ganha um bom documentário sobre a história da Africa
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Animal House


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Uma das melhores cenas da história do cinema
Para tentar esquecer o trabalho que essa porra da éLeiSão deu. Valha!!!
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domingo, 28 de setembro de 2008

I'm Soul Men


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"Duas feras, por incrível que pareça, se despediram juntos do cinema emprestando o seu talento a grande arte", a frase é do amigo Luis "Shaft" Rosa, e a dica também, sempre muito boa
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sábado, 27 de setembro de 2008

D.E.P. - Paul Newman (1925-2008)


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O cinema perdeu uma de seus mais belos rostos
Paul Newman
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Thats where my money goes

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Capa da última High Times, com a dupla dinâmica da fumaça
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Another way to die

Essa semana um dos quatro leitores do Groove Livre me disse que estava em uma fase Winehousiana...
Morenovsky, aqui está a resposta por que??

I told ya, I was trouble / You know that I'm no good

domingo, 10 de agosto de 2008

Issac Hayes - O Chefe


Isaac Lee Hayes. Issac Hayes, nasceu em Covington, Tennessee em 20 de agosto de 1942. Nesse domingo o cara foi dar um rolê...
O cara que sabia como falar algo para uma mulher.
Uma vez eu disse que alguns cantores conseguem levar uma mulher pra casa com sua voz, mas Issac não, ele sabia transar quando cantava.
Alias minha teoria é que se você ouve Mr "Shaft" sem ter o minimo de vontade de estar com sua Nega do lado, não sabe o que é fazer amor.


O Sr cantada barata, música de puteiro, música negra cheia de orgulho foi para o ceu. Imagino ele chegando lá em cima e encontrar Marvin Gaye para conversar. Um deve chegar para o outro e dizer.
- Salve Isaac Vagabundo Hayes.
- Grande Sexual Healing, cumé que tá negão?

Isaac pode até não estar no top da lista dos blacks, mas ele conseguiu levar um Oscar com o maior som de negão em pleno show de cinema, que só dá bonequinho dourado pra compositores melosos, pelo menos em sua maioria. Mr Hayes conseguiu com que eu gostasse de sua música em diferentes momentos do meu gosto musical, e conseguiu até hoje ter meu respeito absoluto.

Quando ouço o som do Isaac penso que ele mudou meu modo de ver a música. Achei groove, muito groove no som do Sr Burt graças as interpretações de Hayes.

Versões que o malandro mandava muito bem:
- Walk on By
- Light My Fire, bem melhor que a original.
- The Look of Love
- Shaft
- Truck Turner
- depois lembro outras...

Grooverizando um minuto de silêncio

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

You Can't Always Get What You Want



Acho até que falo pouco de rock. Essa semana fiz uma coluna sobre o Metallica e vi que tenho um lado rock'n roll forte, mas que está velho assim como o rock. Meu gosto envelheceu assim como o rock que gosto. Olha que essas que gosto estavam sendo lançadas antes mesmo desse blogueiro nascer. Sempre na briga entre Beatles e Stones eu ficava com o bom e velho Rolling Stone, mas as vezes tinha que esconder isso e falar que gostava dos Beatles porque era o que todos achavam correto e era o mais cabeça. Sou simples como alguém que veio das ruas como um "Midnight Rambler", mas decidi postar "You Can't Always Get What You Want", sim por causa daquele filme "O Reencontro - The Big Chill" também, mas foi aqui montando um set list para ouvir no trabalho. Semana corrida e com o novo horário, as pessoas podem até achar que isso é um conformismo, mas não, as vezes "você não pode ter sempre o que quer/mas se você tentar algumas vezes você pode encontrar/Você encontra o que precisa". Sim, para alguns a música é vida para outros como eu é um outro modo de ver a vida.

Grooverizando se achando

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Curumin e seu Japan Pop Show

Foto: Nino Andres / Divulgação

Diz o ditado que santo de casa não faz milagre. E Curumin, que carrega no seu nome as raízes indígenas, só começou a ser reconhecido no Brasil dois anos depois de seu primeiro disco ser lançado lá fora (em 2005). Aliás, na época, sua canção “Guerreiro” chegou até a embalar propaganda de uma grande marca esportiva. Ao voltar com o lançamento do CD “Japan Pop Show” (YB), ele prova estar pronto para se consolidar como um artista universal.
“Esse trabalho mostra minhas influências, no período entre um disco e outro”, antecipa o cantor e compositor que levou cinco anos para finalizar o segundo disco. O resultado é o equilíbrio entre produção e talento musical, com direito a grandes parcipações. Em “Kyoto”, Curumin é acompanhado pelos rappers americanos do Blackalicious & Lateef. Já a cheia de ritmo “Dançando no Escuro” tem contribuição do rei do swing, do vozeirão Marku Ribas. Para completar, os camaradas B Negão e Lucas Santanna estão na excelente “Caixa Preta”.
Uma curiosidade: o nome do disco é inspirado num programa de TV do final da década de 70. “Surgiu de uma brincadeira, mas me faz lembrar a minha infância”, comenta.

Sábado (02/08) tem show do Curumin no Studio Sp.

Grooverizando no "Sertão Urbano"

terça-feira, 15 de julho de 2008

War-Low Rider



Engraçado que essa música. Alguns lembram como sendo a música de abertura do filme de Cheech e Chong "Up in Smoke". Outros como sendo a base de uma cover que o Barão fez par "vou apertar, mas não vou acender agora", tudo por volta das 4:20. A música é uma faixa fodaça do War. Ouça, acenda e sinta a brisa de um Low Rider.

Grooverizando up in smoke

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Poesia nas mãos de quem sabe fazer

Essa semana aconteceu uma overdose de Bob Dylan, nem a Nega aguenta mais ouvir falar de Robert Allen Zimmerman, também conhecido como Bob, para intimos como o Groove Livre e Martin Scorsese, que foi o responsavel por quer falar novamente de Dylan. Tudo graças ao filme "No Direction Home: Bob Dylan", que só assisti agora depois de um puta tempo em casa (foi mal Busian).
Mas a história é a seguinte, todo mundo quer ser Bob Dylan, mas o que ele prega é que cada um torne-se alguém, a busca da fama é algo que incomoda Dylan, e o que observamos todo dia a toda hora, é uma busca pelos seus minutos de fama. Claro que até eu que sou mais tonto queria ser Dylan (apesar de preferir ser mesmo Miles Davis), mas dane-se um poeta dos novos tempos. Como disse Allen Ginsberg, a mensagem foi foi absorvida por alguém que vai dar continuidade no pensamento. Sim, ser um poeta marginal não quer dizer que você tenha que frequentar o bar mais sujo da cidade, mas sim entender porque aquele é o lugar mais sujo da cidade.
Acreditar que qualquer um é um poeta ou um escritor, ou pior ainda se auto definir como um, é uma arrogância que me dá pena, mas não existe diversão maior que a vaidade das pessoas (o pecado favorito do coisa ruim, na pele de Al Pacino). Para completar essa papagaiada de "comportamento" cheio de psicologia barata, segue uma música do poeta Bob Dylan (em uma tradução OK pescada na rede mundial). Para quem vive falando do vento...

Blowing in the wind
Soprando no vento

Quantas estradas precisará um homem andar
Antes que possam chamá-lo de um homem?
Sim e quantos mares precisará uma pomba branca sobrevoar
Antes que ela possa dormir na praia?
Sim e quantas vezes precisará balas de canhão voar
Até serem para sempre abandonadas?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Quantas vezes precisará um homem olhar para cima
Até poder ver o céu?
Sim e quantos ouvidos precisará um homem ter
Até que ele possa ouvir o povo chorar?
Sim e quantas mortes custará até que ele saiba
Que gente demais já morreu?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Quantos anos pode existir uma montanha
Antes que ela seja lavada pelo mar?
Sim e quantos anos podem algumas pessoas existir
Até que sejam permitidas a serem livres?
Sim e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça
E fingir que ele simplesmente não ver?
A resposta meu amigo está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Grooverizando no ar

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

O ano começa depois do Carnaval

Um 2008 que começa em um ritmo frenetico, não consegui nem colocar um bom ano pra as pessoas que eu gosto e amo tanto, são poucas, mas são boas.
Para terminar o carnaval, assisti um dos melhores filmes do ano passado "Talk To Me", graças a um amigo, que gravou alguns filmes em um DVD, valeu Luis Andre Rosa, grande jornalista e principalmente uma pessoa do bem.
Segue a resenha do filme que fala sobre Petey Greene:
"A história real de Ralph "Petey" Greene, ex-presidiário negro que se tornou um famoso apresentador de rádio na capital americana, Washington. Greene virou uma celebridade ao embalar os ouvintes com canções de soul music, mas principalmente por falar exatamente aquilo que a comunidade queria ouvir sobre direitos civis e conscientização negra. Eram os anos de 1960, e Greene passou a ser visto como personalidade e um dos mais importantes ativistas sociais", pelo site e-pipoca.

Grooverizando de volta, que venho 2008 (ele já chegou)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

A Tropa de Elite de Carlos Latuff

Visitando o excelente blog veneno dubem, vi uma charge fantástica sobre o filme Tropa de Elite. A ilustração é do Carlos Latuff que seria publicada no jornal da Associação dos Docentes da UFRJ, que segundo o site CMI Brasil. Certeiro o humor de Latuff.

Grooverizando comprando DVD no camelô

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

O bom cinema de luto

As outras que me perdoem, mas o cinema é a arte suprema. Isso é só para abrir a pequena homenagem a dois gênios que se foram: Igmar Bergman e Michelangelo Antonioni. O primeiro, um verdadeiro psicólogo da telona; já Antonioni conseguia resumir em sua obra todas as artes em uma só: fotografia, literatura, música, teatro e artes plásticas.Antonioni tem dois filmes que merecem ser destacados; e para quem não conhece nada dele são uma excelente iniciação. “Blow-Up, Depois Daquele Beijo”(1966), e “Passageiro – Profissão Repórter”(1975), esse último com Jack Nicholson.
No primeiro, o mestre consegue reunir todas as artes e as coloca no enredo da sua película. Um romance policial, no qual um fotografo faz uma foto em que só ele vê um crime. Fora que a trilha sonora é de Herbie Hancock, e é nessa “banda sonora” que está a faixa “Bring Down the Birds” (que mais tarde seria sampleada pelo Deee-Lite e viria a se transformar no hit “Groove is in the Heart”). No quesito artes plásticas, basta ver as imagens, o cenário e os enquadramentos de “Blow Up” para entender que esse tipo de arte está presente em todos os momentos.

Bergman e Antonioni eram verdadeiros samurais, faixa vermelha, oitavo dan...

Grooverizando na platéia, de luto pelas imagens