Duas faixas do N.A.S.A, que tem Zegon nos beats
.
.
.
The Mayor – com Ghostface, Scarface e The Cool Kids
.
.
.
NASA Music com E-40 e Method Man
.
Por que sera que essa faixa dura 4:20 minutos????
Mostrando postagens com marcador DUB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DUB. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Make reggae
.Estou na semana de preparação do lançamento do meu primeiro CD, uma homenagem ao Basa, que tá chegando aí.
Entre uma gravação e outra...lá pelas 4:20...apareceu a vontade de brincar com o programa Virtual DJ.
Aqui a primeira cria dessa brincadeira
Tem aqui também
.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Curumin e seu Japan Pop Show
Foto: Nino Andres / DivulgaçãoDiz o ditado que santo de casa não faz milagre. E Curumin, que carrega no seu nome as raízes indígenas, só começou a ser reconhecido no Brasil dois anos depois de seu primeiro disco ser lançado lá fora (em 2005). Aliás, na época, sua canção “Guerreiro” chegou até a embalar propaganda de uma grande marca esportiva. Ao voltar com o lançamento do CD “Japan Pop Show” (YB), ele prova estar pronto para se consolidar como um artista universal.
“Esse trabalho mostra minhas influências, no período entre um disco e outro”, antecipa o cantor e compositor que levou cinco anos para finalizar o segundo disco. O resultado é o equilíbrio entre produção e talento musical, com direito a grandes parcipações. Em “Kyoto”, Curumin é acompanhado pelos rappers americanos do Blackalicious & Lateef. Já a cheia de ritmo “Dançando no Escuro” tem contribuição do rei do swing, do vozeirão Marku Ribas. Para completar, os camaradas B Negão e Lucas Santanna estão na excelente “Caixa Preta”.
Uma curiosidade: o nome do disco é inspirado num programa de TV do final da década de 70. “Surgiu de uma brincadeira, mas me faz lembrar a minha infância”, comenta.
Sábado (02/08) tem show do Curumin no Studio Sp.
Grooverizando no "Sertão Urbano"
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Amy Rules
Não vou nem perder tempo elogiando e falando o tanto que eu admiro e acho Amy Winehouse genial. Na verdade ela está em um patamar equivalente ao de Kurt Cobain, Jimi Hendrix, J Dilla, Sabotage, Chico Science, só para citar os que foram cedo. Acaba de chegar a noticia que ela foi internada, certeza absoluta que todos os jornais irão falar de todos os problemas dela e de que logo ela poderá sofrer as consequências dos abuso, entenda aqui morrer. Ninguém vai falar que ela é uma artista genial que está com problemas somente. A visão que se tem de Amy é a de uma junk que está no mundo para festar e se embebedar, fumar sua "weed" e causar polemica. Pobre daqueles que acham que sua vida se resume a isso. Só pelas músicas que Amy fez até agoora ela já tem seu nome na história da música garantido. Nesse blog Amy domina e manda. Amy Rules...
Grooverizando torcendo muito
sábado, 22 de março de 2008
Um texto aí
"Do Samba ao Rap, ao Reggae
representa o Brooklyn
a fúria aqui só ressucita
ao ver alguém ter chabi
tipo Ariri no miudinho
Oxazie faço assim
Mauricio vem no Cavaquinho
quem duvidou chega aí
demorou
curte aí
de Pirituba ao Mangui
da Ponte ao Moraes
Jardim Peri Itapevi
Jardim Repu Jacqueli
Baiana
diz assim
soube entrar e sair
respeitei soube agir
não tirei zé povim
quis por fim
ao estopim
perguntei
fiz a mim
que é de lei
por aqui
mas só quem é foi ouvir
olha lá
o que fiz
promessa fiz pra Vivi"
representa o Brooklyn
a fúria aqui só ressucita
ao ver alguém ter chabi
tipo Ariri no miudinho
Oxazie faço assim
Mauricio vem no Cavaquinho
quem duvidou chega aí
demorou
curte aí
de Pirituba ao Mangui
da Ponte ao Moraes
Jardim Peri Itapevi
Jardim Repu Jacqueli
Baiana
diz assim
soube entrar e sair
respeitei soube agir
não tirei zé povim
quis por fim
ao estopim
perguntei
fiz a mim
que é de lei
por aqui
mas só quem é foi ouvir
olha lá
o que fiz
promessa fiz pra Vivi"
Grooverizando daquele modo pra minha Black Magic Woman
Marcadores:
ANARQUIA,
ATITUDE,
BLACK MUSIC,
CANNABIS,
DJ,
DUB,
FOTOGRAFIA,
MPretaB,
POESIA,
PROTESTO,
REGGAE,
SAMBA-ROCK
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
É natal...ok!!
Tem quem ame o Natal, outros (tô nesse time) não estão nem aí para a festa do bom velinho. Sempre que chega essa data vem a mente a música do Garotos Podres: "Papai Noel Velho Batuta". Para não ficar sempre no punk, a imagem é de um disco de Jacob Miller, que sugere um excelente Natal.
Grooverizando deseja uma boa noite, ganja...
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Clássico de Bob Marley completa 30 anos
No começo do ano, a coluna que escrevo em um jornal de Campinas (Correio Popular) falou de discos lançados em anos de final sete que marcaram a história da música mundial. Por um total descuido, ou por seguir sempre os clássicos do rock, ficou de fora um álbum de suma importância: Exodus, de Bob Marley & The Wailers, que ganha uma edição comemorativa por seus trinta anos distribuída pela gravadora Universal.Esse disco foi eleito pela revista Time como o melhor do século vinte. Tudo bem que a revista não é a mais confiável do mundo, mas que acertaram pelo menos em incluir essa obra de Bob na lista, acertaram (apesar de muitos fãs e seguidores do “reggae man” creditar Catch a Fire, de 1973, como seu mais importante trabalho).
Exodus é um disco de forte conotação política. Isso de deve provavelmente ao fato de Bob Marley, sua esposa Rita e o empresário Don Taylor terem sido baleados um ano antes de seu lançamento, e dois dias antes de um show gratuito organizado pelo músico e o então primeiro-ministro jamaicano, Michael Manley. Acredita-se, aliás, que o tiroteio teve motivações políticas, pois o concerto teria sido visto como um gesto de apoio do cantor ao primeiro ministro.
Na ocasião, Marley sofreu ferimentos leves no braço e no tórax. Taylor levou a maior parte dos tiros em sua perna, foi internado em estado grave, mas recuperou-se. Já Rita sofreu um ferimento na cabeça. Após o incidente, o cantor resolve ir para a Inglaterra, onde grava Exodus – que, como o próprio nome sugere, trata-se de uma fuga. As letras têm sua conotação política, porém com um toque romântico e até mesmo praiano de um cidadão que está longe do mar e de sua terra. “Dois meses passaram e está ficando frio/ Sei que não estou perdido/ Só estou sozinho/ Mas não quero chorar/ Não quero desistir/ Não posso voltar agora”. Essa é a letra da faixa que dá nome ao disco, e mostra um artista com saudade de sua terra, sem saber se pode voltar. Entre outras as faixas que se destacam são: Jamming, One Love, Three Little Birds e a perfeita Waintig in Vain.
Curiosamente, 1977, o ano em que Exodus vai para as lojas, é o mesmo em que o rumo da vida de Bob começa a mudar. Em julho, o cantor descobre uma ferida no dedão do pé direito, que pensou ter sofrido durante uma partida de futebol. Como o machucado não cicatrizava nunca, Marley achou melhor consultar um médico, e constatou que sofria de uma espécie de câncer de pele, chamado melanoma maligno. A mesma doença acabou levando o rei do reggae em 11 de maio de 1981 – tudo porque ele optou por não seguir o conselho dos médicos de amputar o pé, seguindo os princípios rastafaris. “Os médicos são homens que enganam os ingênuos, fingindo ter o poder de curar”, disse. Devoto convicto, não mutilou seu corpo, respeitando outro principio rasta.
O certo mesmo é que Bob Marley virou um símbolo de uma geração e continua, até hoje, sendo influência constante – tanto que sua obra é reverenciada em todos os gêneros. Não é raro ver Bono Vox, do U2, mencionar suas atitudes musicais e políticas, ou até mesmo Mano Brown, dos Racionais MCs, fazer citações a ele. Esse jamaicano, que morreu com apenas 36 anos, colocou sua pequena ilha no mapa da música. Fez com que o ser humano tivesse orgulho de ser quem é pelo brilho dos olhos – e não pela cor da pele. Mostrou, ainda, que a poesia pode ser simples, soar como uma onda em um mar de harmonia entre os homens. Por fim, ensinou para todos o valor que o reggae, seu som, conquistou. Com o benção de Jah.Grooverizando na brisa, ao som pacifista do Mar
Assinar:
Postagens (Atom)

